Esse
grupo de pessoas caracteriza-se pelo comportamento irresponsável, explorador,
insensível e ausência de remorso. São desrespeitosos e violam os direitos dos
demais. Isso tem início na infância, ou adolescência, e persiste na vida
adulta. Pessoas que sofrem desse transtorno, por não respeitarem as leis do
Estado, frequentemente têm problemas legais e criminais. São manipuladores e
enganadores e dificilmente se mantêm em um emprego ou em um relacionamento por
muito tempo.
São
pessoas capazes de mentir repentinamente, usar nomes falsos, ludibriar ou
fingir. Tendem a ser irritáveis e/ou agressivos, e podem subitamente entrar em
lutas corporais ou cometer atos de agressão física –
como espancar o cônjuge ou filhos -. Tomam decisões sem pensar, o que pode
causar sérias consequências, tanto a eles quanto às pessoas próximas.
Demonstram
quase ou nenhum remorso pelos seus atos. E podem culpar suas vítimas pelo mal
que a fizeram, acreditam que suas vítimas são tolas, impotentes ou que merecem
o destino que têm. Geralmente usam de tais frases para justificar seus atos: "a vida é injusta", "perdedores merecem
perder" ou "isto
iria acontecer de qualquer modo”.
Embora não seja fácil dizer qual é a causa desse transtorno.
Podemos dizer que é genética, ou devido a situações vividas. Podem ter raiz em
acontecimentos na infância, como a morte de um ente querido, por exemplo, ou o
divórcio dos pais. As causas variam de pessoa para pessoa.
As principais características aparentes em um indivíduo
que sofre de Transtorno de Personalidade anti-social são: